Pencak Silat LUIZ METZKER WEBSITE PENCAK SILAT

SOBRE



LUIZ METZKER

Luiz Gustavo Metzker Tavares, natural de Sete Lagoas/MG sempre foi um entusiasta por artes marciais. Desde a infância já possuía um certo vício por filmes de artes marciais, especialmente por Bruce Lee.

Aos 6 anos de idade começou a praticar Kung Fu Shaolin do Norte e durante a infância também praticou Capoeira e Karatê.

Chegando na adolescência aos 13 anos de idade começou a praticar Taekwondo vindo a se formar faixa preta 2º dan. Enquanto praticava Taekwondo, Luiz também começou seus treinos em Kick Boxing/Muay Thai, o qual se formou grau preto e com experiência de treinos na Mejiro Gym em Amsterdam.

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EM BREVE

PENCAK SILAT



 

Desde quando existem artes marciais na Indonésia? É muito difícil responder a essa pergunta, ninguém pode responder com tanta certeza quanto a sua origem. Mas como uma atividade de autodefesa, o precursor do Pencak Silat pode ser considerado como antigos guerreiros tribais.

Os primeiros humanos necessitavam de formas de combate para se oporem contra animais selvagens e tribos rivais. Qualquer que seja o nome da arte na época,toda forma de gestos com as pernas e outras partes do corpo, seja qual for a forma, o estilo primitivo é uma arte marcial (embora algumas vezes seja o primeiro).

Referindo-se à hipótese acima, é lógico dizer que “Silat / Pencak Silat” (nomeado recentemente) é muito antigo e nasceu com a formação da composição dos povos mais antigos da Indonésia (referindo-se às tribos que viveram em todo o arquipélago).

As tribos estavam espalhadas por todo o arquipélago, e a sua influência pode ser vista hoje na Malásia, Brunei, Filipinas, Tailândia e arredores.

No ano 130 aC estabeleceu-se o primeiro reino em Java chamado Salakanagara. Um reino simples, que em qualquer que seja sua forma, deve ter ferramentas de segurança para proteger seu reino; a partir de então desenvolveram habilidades em seus soldados para que a segurança fosse feita da melhor maneira possível.

HISTÓRIA DO PENCAK SILAT



 

arte marcial Pencak Silat está intimamente ligada à história da Indonésia. Os reinos hindu-budistas de Sunda, Srivijaya e Majapahit treinaram seus guerreiros e soldados nas finas técnicas de luta do Pencak Silat.

Uma escavação arqueológica revelou que uma forma organizada de treinamento de combate existia na península malaia ainda no século VI.

Diz-se que o reino Srivijaya, seguido pelo reino de Majapahit, baseou suas técnicas de luta a partir do aprendizado desse sistema de combate. As excelentes habilidades de luta desenvolvidas por essa técnica ajudaram o reino a espalhar seu domínio.

Os Minangkabau, pessoas que residem nas terras altas de Minangkabau, afirmam que as habilidades de luta foram demonstradas pela primeira vez por seu antepassado, Datuk Suri Dirajo.

Um belo poema em javanês descreve como uma forma em Pencak Silat foi usada por Kidung Sunda, que era o guarda do Prabu Maharaja Sunda quando eles escoltavam a princesa Dyah Pitaloka ao reino de Majapahit para se casar com o rei do poder, Hayam Wuruk.

Os guardas foram severamente humilhados e desonrados. Kidung Sunda não era um cara que sofria insultos levemente. Na batalha de Bubat que se seguiu, o exército sudanês, treinado na arte do Pencak Silat, lutou bravamente contra as forças atacantes.

Em desenvolvimentos posteriores ao progresso das civilizações que vivem no arquipélago, essa arte marcial também cresceu, culturalmente chegando a influenciar uma à outra,já que existiam formas diferentes de Silat em diversas ilhas da região,especialmente depois de interagir com outras nações, como China e Índia,onde ocorreu a interação com outras técnicas.

Estima-se que, desde o século VII, as artes marciais tenham se espalhado no arquipélago, com a tradição oral de boca em boca, de professor para aluno. Essa tradição oral é uma das importantes causas de nenhuma documentação histórica válida sobre as artes marciais.

Embora ainda seja difícil determinar a origem das artes marciais, foi acordado que as artes marciais são uma cultura nascida de ancestrais e precursora da nação indonésia. Por exemplo, a nação malaia, especialmente na península de Malaca, acredita que a lenda “Hang Tuah” é um grande guerreiro de artes marciais no século XIV.

Grande maioria dos artistas marciais da península malaia acreditam que antes mesmo de chegar à China, essa região foi a pioneira das artes marciais, já que fazia parte da rota de comércio de especiarias no século V, interagindo com importantes civilizações árabes.

Durante a época da colonização, tanto na Malásia e em Singapura (ex-colônias britânicas), como na Indonésia (ex-colônia holandesa), praticantes do silat (conhecidos como pesilat) usavam a arte marcial como uma forma de se libertar das autoridades estrangeiras, assim como aconteceu nas Filipinas (ex-colônia espanhola), onde os combatentes revolucionários também utilizavam a arte marcial nos confrontos contra o exército espanhol a fim de derrotá-los e assim conquistar independência da Espanha.

 

 

origem das palavras pencak e silat não podem ser comprovadas.Alguns acreditam que pencak vem da palavra sânscrita pancha, que significa cinco, ou do termo chinês pencha ou pungcha, que implica em aparar ou desviar, e golpear ou pressionar.

Outros termos podem ser usados ​​em dialetos específicos, como silek, penca, mancak, maen po ou main-po.

O lucrativo comércio de especiarias trouxe finalmente colonos da Europa, primeiro os portugueses, seguidos pelos holandeses e britânicos. A Companhia Holandesa das Índias Orientais se tornou o poder dominante e estabeleceu o domínio colonial completo na Indonésia. Revoltas locais eram comuns, mas todos foram reprimidos pelos holandeses armados com armas e canhões. Os holandeses trouxeram ainda mais trabalhadores chineses para a Indonésia, o que trouxe uma variedade maior de sistemas “Kuntao” locais. Mas, embora os europeus pudessem efetivamente ultrapassar e manter as cidades, eles acharam impossível controlar as pequenas aldeias e estradas que as ligavam. Os indonésios se aproveitaram disso, travando uma guerra subterrânea por meio de táticas de guerrilha. As armas locais foram registradas como sendo usadas contra os holandeses, particularmente facas e armas de ponta, como golok, parang, kris e klewang.

Durante o século XVII, o povo Bugis de Sulawesi aliou-se aos colonos holandeses para destruir o domínio de Mangkasara sobre a área circundante. Enquanto isso aumentava o poder dos Bugis no sudoeste, o domínio holandês privava os comerciantes marítimos como os Bugis de seu emprego tradicional. Como resultado, essas comunidades cada vez mais se voltaram para a pirataria durante os séculos XVII-XVIII. Não só o Pencak Silat era praticado pelos piratas, mas novos estilos foram criados para combatê-los.

Durante a era colonial holandesa dos séculos 18 e 19, a condição social e econômica exploradora da colônia criou a cultura do jago ou campeão do povo local considerado como bandidos e bandidos pela administração colonial. Paralelos podem ser vistos nos jawara de Priangan, jagoan de Betawi e warok na região de Ponorogo, no leste de Java. A banda mais infame do jagoan foi o Si Pitung do século XIX e o Jampang, especialistas em Silat Betawi.

Tradicionalmente representados como figuras semelhantes a Robin Hood, eles defendiam a justiça do homem comum, roubando dos ricos que adquiriam poder e status, colaborando com os colonos. O jago era desprezado pelas autoridades holandesas como criminosos e ladrões, mas era altamente respeitado pelos pribumi nativos e pelos chineses locais.

Os jornais holandeses das Índias Orientais da época colonial registraram os termos das artes marciais sob grafias holandesas. Isso inclui silat, pencak (escrito em holandês como “pentjak”), penca (“pentjah”), mancak (“mentjak”), manca (“mentjah”) e pukulan (“poekoelan”).

EVOLUÇÃO



 

Em 1881, uma revista chama mancak de um jogo de esgrima Batak “com espadas longas, punhais ou madeira (mentjah)”. Esses artigos descreviam mancak como malaio (maleische), sugerindo que a palavra se origina em Sumatra.

Esses termos foram usados ​​separadamente do silat nas Índias Orientais Holandesas,os termos pukulan ou o principal pukulan (escrito “maen poekoelan” em holandês) se referiam aos sistemas de luta de Jacarta, mas também eram usados ​​geralmente para artes marciais de outras partes da Indonésia, como Sumatra e Lombok.Pensa-se que seja um termo Betawi, derivado das palavras play (main) e hit (pukulan).

conflito com os governantes europeus deu um impulso à proliferação de novos estilos de Pencak Silat, agora fundados na plataforma do nacionalismo e no desejo de liberdade da colonização.

A Associação de Pencak Silat da Indonésia (IPSI) foi fundada em 1948 para reunir todo o Pencak Silat da Indonésia sob uma única administração. Na organização nacional de Silat mais antiga do mundo, sua base é que todo Pencak Silat é construído em uma fonte comum e que estilos menos funcionais devem dar lugar ao tecnicamente superior.

A IPSI evitou a tendência das artes marciais modernas que gravitam em direção ao esporte. A resistência ao esporte diminuiu com o tempo, no entanto, e as lutas em particular se tornaram menos combativas. Enquanto nominalmente uma organização indonésia, muitas das regras e regulamentos descritos pela IPSI se tornaram o padrão de fato para as competições de silat em todo o mundo. Eurasianos indo-holandeses que começaram a praticar pencak silat no século XX espalharam a arte para o oeste no final do século XX.

Hoje, o Pencak Silat é uma das atividades extracurriculares ensinadas nas escolas indonésias. Está incluído como esporte de combate em eventos esportivos locais, nacionais e internacionais, como o Sea Games e a Semana Nacional de Esportes da Indonésia.

Desde 2012, o Festival Pencak Malioboro é realizado anualmente e apresenta demonstrações das maiores Escolas de Silat da Indonésia.

PENCAK SILAT NO CINEMA



A arte aparece com destaque nos cinemas, o filme Merantau de 2009 foi o percussor onde Iko Uwais estreiou nos cinemas e já era notório que viria a ser um grande astro.

Na sequência vieram os filmes The Raid e The Raid 2( Operação Invasão), onde o Pencak Silat caiu de vez nas graças dos amantes por filmes de artes marciais.

Esses filmes também lançaram Yayan Ruhian e Cecep Arif Rahman, dois consagrados mestres indonésios no mundo do cinema.

Após esse feito, os 3 foram chamados para participarem do filme Star Wars- The Force Awakens.

Grandes nomes do cinema vem buscando o Pencak Silat como estilo de luta para incorporar em suas filmagens, Ben Affleck treinou Silat para fazer o filme O Contador.

A sua maior estrela Iko Uwais, a cada dia mais ganha espaço no mundo do cinema, onde o mesmo estrelou em 22 Mile, Triple ThreatHeadshot, The Night Come for Us e na série Wu Assassins.

Outro grande feito do Pencak Silat nos cinemas foi a participação dos mestres Yayan e Cecep do grande filme John Wick 3, onde eles contribuíram para cenas eletrizantes aumentando ainda mais a credibilidade dessa arte bela e mortal.

FILMES COM PENCAK SILAT:



John Wick 3
Merantau
The Raid
Head Shot

FOTOS



VÍDEOS



LUIZ METZKER



Luiz Gustavo Metzker Tavares, natural de Sete Lagoas/MG sempre foi um entusiasta por artes marciais. Desde a infância já possuía um certo vício por filmes de artes marciais, especialmente por Bruce Lee. Aos 6 anos de idade começou a praticar Kung Fu Shaolin do Norte e durante a infância também praticou Capoeira e Karatê. Chegando na adolescência aos 13 anos de idade começou a praticar Taekwondo vindo a se formar faixa preta 2º dan. Enquanto praticava Taekwondo, Luiz também começou seus treinos em Kick Boxing/Muay Thai, o qual se formou grau preto e com experiência de treinos na Mejiro Gym em Amsterdam.

Diante de artes marciais esportivas, Luiz sentiu a necessidade de aprender algo que o preparasse definitivamente para combates reais, o que faria com que ele buscasse artes marciais que trabalhassem com armas.

Pela proximidade com o Taekwondo, começou a treinar Hapkido vindo a se tornar instrutor, porém a sua maior ambição viria no ano de 2015 onde Luiz embarcou para a Europa no desejo de aprender Pencak Silat no maior polo europeu dessa arte que é a Holanda.

Chegando em Amsterdam, iniciou seus treinos na American Fitness com o Guru Martin Markus, um dos grandes professores europeus com diversas passagens pela Indonésia. A escola de Pencak Silat escolhida por Luiz foi a escola Panglipur que tem Cecep Arif Rahman como um dos líderes, após 1 temporada de treinamentos na Holanda, Luiz retornou ao Brasil e manteve treinamentos online com Cecep durante 5 meses para que se preparasse para a sua primeira viagem para a Indonésia onde faria o seu primeiro exame para obter a autorização de ensinar no Brasil. Em 2017, Luiz teve a sua primeira experiência no país originário do Pencak Silat no qual passou por um rígido exame de aprovação.

No mesmo ano iniciou-se a sua primeira turma de Pencak Silat em Sete Lagoas – Minas Gerais, também atendendo a alunos da capital Belo Horizonte. Em 2018 seguiu para a sua segunda viagem à Indonésia, onde permaneceu por mais 30 dias se aperfeiçoando nessa extrema arte de combate.

Naquele ano passou a divulgar o Pencak Silat em outro estados como São Paulo e Rio de Janeiro, onde se possui alunos treinando e fez uma ponte com escolas de Kali como a FCS Kali Brasil em São Paulo , PTTA em Belo Horizonte e LIBRE do Rio de Janeiro. De lá para cá Luiz continua a disseminar o Pencak Silat e pretende levar para todo o Brasil essa arte tão eficiente treinada por diversas forças especiais pelo mundo.

ARTES MARCIAIS DIVERSAS

2000-2012

Taekwondo

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1995-2003

Kick Boxing/Muay Thai

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1990-2015

Hapkido

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PENCAK SILAT

2000-2012

Holanda

Guru Martin Markus
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2003-2004

Indonésia

Cecep Arif Rahman
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2000-2002

Indonésia

Cecep Arif Rahman
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Luiz Metzker na Indonésia

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